Guia de vistos 2026: quais são os requisitos?

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Você já parou para pensar que obter um visto pode ser um fator decisivo na hora de escolher o seu destino de intercâmbio? Ou, se você já está com viagem marcada, sabe exatamente o que precisa para entrar legalmente no destino escolhido sem nenhuma surpresa?

Se você quer saber mais sobre vistos para fazer intercâmbio nos mais diferentes destinos do mundo, este artigo é para você!

Nós vamos desmistificar as particularidades de vistos para estudantes em diferentes países para o seu intercâmbio ser ainda menos burocrático e simples!

Continue a leitura e saiba mais!

1. Visto para os Estados Unidos

Você vai fazer o seu intercâmbio nos Estados Unidos? Saiba que o país exige o visto F-1 até mesmo para estudantes de idiomas.

Para obter esse visto, você precisará seguir um roteiro específico:

  • Formulário I-20: Este é o documento inicial, emitido pela escola americana, que certifica sua matrícula. Sem ele, não há processo.
  • Formulário DS-160: o preenchimento online deste formulário é a espinha dorsal da aplicação. As informações aqui devem ser precisas e alinhadas com o que você dirá na entrevista.
  • Taxa SEVIS: uma taxa obrigatória que financia o sistema de controle de estudantes estrangeiros nos EUA.
  • Comprovação de vínculos: demonstrar que você tem motivos (trabalho, família, bens) para retornar ao Brasil após o curso.
  • Entrevista consular: o momento da verdade. O oficial avaliará suas intenções e sua capacidade financeira.

Para garantir que você passe por essa etapa com tranquilidade, a Optima trabalha com parceiros especializados em vistos consulares. Esses especialistas oferecem todo o suporte na análise documental e nas orientações necessárias, para que você chegue ao consulado com a confiança de quem está bem assessorado.

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2. Visto de estudante para o Canadá: como funciona?

O Canadá oferece um sistema flexível que varia de acordo com a duração do seu curso e seu histórico de viagens. É crucial entender em qual categoria você se encaixa:

eTA (Electronic Travel Authorization)

Ideal para cursos rápidos (até 6 meses). É um processo simplificado, online e rápido, mas disponível apenas para quem cumpre um destes requisitos:

  • Possui um visto americano válido; OU
  • Teve um visto canadense emitido nos últimos 10 anos.

Study Permit (Permissão de Estudos)

Obrigatório para cursos com duração superior a 6 meses. Este é um processo mais robusto que exige:

  • Letter of Acceptance (LOA): carta de aceitação de uma instituição designada pelo governo (DLI).
  • Comprovação financeira: é necessário provar que você pode pagar o curso e se manter no país pelo primeiro ano.
  • Exames médicos: realizados com médicos credenciados pelo governo canadense.

Importante sobre trabalho: no Canadá, estudantes de idiomas não podem trabalhar. A permissão de trabalho part-time (20h semanais) é exclusiva para quem está matriculado em cursos de ensino superior (Colleges ou Universidades) em instituições autorizadas.

3. Vistos para Europa, Irlanda e Reino Unido: atenção às diferenças

A Europa atrai pela cultura e diversidade, mas exige atenção às diferenças entre o Espaço Schengen e países independentes como Irlanda e Reino Unido.

Espaço Schengen (Malta, França, Espanha, Alemanha, etc.)

Para a maioria dos países da Europa continental, a regra geral facilita cursos de curta duração:

  • Até 90 dias: brasileiros não precisam de visto prévio. Basta apresentar passaporte válido, passagem de volta, comprovante de acomodação e seguro saúde com cobertura mínima de 30 mil euros.
  • Longa duração (+90 dias): exige visto nacional solicitado no Brasil.
    • França: exige passagem pelo processo pedagógico do Campus France.
    • Alemanha: solicita frequentemente a Conta Bloqueada (valor de comprovação financeira depositado antes da viagem).
    • Espanha: foca em atestados médicos e antecedentes criminais apostilados.

Irlanda: o caminho para estudo e trabalho

A Irlanda é um dos destinos favoritos por permitir que estudantes de inglês trabalhem legalmente. O processo de visto é feito ao chegar no país, o que exige organização prévia. Para regularizar sua estadia e obter o IRP (Irish Residence Permit) - o famoso visto Stamp 2 - você precisará apresentar na imigração local:

  • Carta da escola: comprovando matrícula em um curso de 25 semanas (Work & Study).
  • Seguro governamental: obrigatório para estudantes estrangeiros.
  • Comprovação financeira: demonstrar posse de 3.000 euros (valor sujeito a atualizações regulatórias).
  • Endereço fixo: comprovante de onde você está morando na Irlanda.

Com o Stamp 2, você ganha o direito de trabalhar 20h semanais durante as aulas e até 40h em períodos específicos de férias.

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Reino Unido

Para estudar na terra da Rainha por menos de 6 meses, você não precisa de nenhum visto. Porém, caso queira permanecer por um período maior do que esse, é preciso solicitar um visto de estudante.

Esse visto demanda, principalmente, os seguintes documentos e regras:

  • CAS (Confirmation of Acceptance for Studies): um número de referência eletrônico gerado pela sua escola.
  • Regra dos 28 dias: o dinheiro para sua manutenção deve estar parado na sua conta por 28 dias consecutivos antes da aplicação.
  • IHS (Immigration Health Surcharge): taxa obrigatória para acesso ao sistema público de saúde britânico.

4. Oceania: análise de perfil e vistos digitais

Austrália e Nova Zelândia operam com sistemas de vistos modernos e digitais, mas com uma análise de perfil rigorosa, uma vez que ambos países querem garantir que o estudante tenha intenções genuínas de estudo e retorno para o seu país de origem.

Austrália (Subclass 500)

O governo australiano quer garantir que seu intercâmbio faça sentido para sua carreira. Os principais requisitos são:

  • CoE (Confirmation of Enrolment): o documento que prova que sua matrícula está paga e confirmada.
  • GTE / Genuine Student: uma carta de intenção e documentos que provem que o curso é relevante para o seu futuro profissional no Brasil.
  • OSHC (Overseas Student Health Cover): seguro saúde obrigatório específico da Austrália.
  • Exames Médicos: obrigatórios e feitos com médicos credenciados.

O visto de estudante australiano permite trabalhar 48 horas quinzenais, oferecendo uma excelente imersão profissional.

Nova Zelândia

Para cursos com duração superior a 3 meses, o visto exigido é o Fee Paying Student Visa.

Os pontos de atenção para este processo são:

  • Offer of Place: a carta oficial da escola, aprovada pela autoridade educacional (NZQA), confirmando sua vaga.
  • Comprovação financeira: você deve provar que possui recursos para pagar o curso e se manter no país (cerca de NZD $20.000 por ano ou proporcional ao tempo de estudo).
  • Exames médicos e Raios-X: geralmente exigidos para cursos com duração superior a 6 meses.
  • Permissão de trabalho: diferente de muitos países, estudantes de inglês na Nova Zelândia podem trabalhar 20h semanais, desde que o curso tenha pelo menos 14 semanas de duração e seja em uma escola de Categoria 1.

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A aprovação do seu visto é a nossa prioridade!

Ao chegar na fase de tirar o visto, a Optima conta com parceiros de alta qualidade para te ajudar a superar esse desafio com muito mais tranquilidade, segurança e transparência.

Por isso, nós reafirmamos o nosso compromisso com você e com a sua viagem. Veja por que somos a melhor escolha para estar ao seu lado dos primeiros planejamentos até o seu retorno do intercâmbio:

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  • Garantia financeira exclusiva: se o seu visto for negado (um cenário raro conosco), você não perde o valor investido no curso. Seu saldo fica protegido para uma nova tentativa ou mudança de destino.
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  • Qualidade certificada: somos uma agência com selos Belta, Quality English e IALC, garantindo transparência e ética.

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